A história que inspira

Jesse Koz, natural de Balneário Camboriú (SC), decidiu em 2017 largar o emprego e embarcar numa grande aventura ao lado do seu fiel golden retriever Shurastey.
A dupla, Jesse Koz e Shurastey, partiu a bordo de um Fusca 1978, apelidado “Dodongo”, numa viagem que atravessou 17 países e mais de 85 mil quilômetros.
O projeto foi batizado “Shurastey or Shuraigow?” — uma brincadeira inspirada na música “Should I Stay or Should I Go?” da banda The Clash.
Na estrada, tornaram-se sensação nas redes sociais, com centenas de milhares de seguidores acompanhando cada peripécia.
O desfecho e o legado
Infelizmente, a jornada teve um fim trágico em 23 de maio de 2022, quando Jesse e Shurastey morreram em um acidente de carro no estado de Oregon, nos Estados Unidos.
Apesar do fim precoce, a história deixou um forte legado: de amizade, liberdade, coragem de seguir um sonho.
O filme: Minha Vida com Shurastey

Informações principais
Segundo a produtora, o filme será rodado em São Paulo, nos Estados Unidos e em Ushuaia, na Argentina, com direção de Diego Freitas (“Depois do Universo”, “O Segredo de Davi”, “Caramelo”). A narrativa acompanha a decisão de Jesse — morador de Balneário Camboriú — de deixar o emprego em 2017 para viajar pelo continente no Fusca apelidado de Dodongo, projeto batizado “Shurastey or Shuraigow?”. Após passarem por 17 países e acumularem grande público nas redes, Jesse e o cão morreram em um acidente de trânsito em maio de 2022.
Nicolas Prattes, cujo currículo inclui trabalhos como “Malhação”, “Todas as Flores” e “Fuzuê”, foi o escolhido para papel. A direção é assinada por Diego Freitas, responsável por títulos recentes de forte audiência em plataformas digitais.
Resumo:
- O longa-metragem será baseado na história real de Jesse Koz e Shurastey.
- O ator Nicolas Prattes foi escalado para interpretar Jesse Koz.
- A produção está a cargo da Paris Entretenimento, com distribuição pela Paris Filmes.
- As primeiras imagens oficiais do filme foram divulgadas em outubro de 2025.
- A previsão de estreia está para 2026, com filmagens em locais como São Paulo (Brasil), Ushuaia (Argentina) e diferentes cidades dos EUA.
O que esperar
- Uma narrativa que mescla aventura, amizade entre homem e cão, e o espírito livre de romper com a rotina.
- A locomoção e o Fusca 1978 (Dodongo) são parte central da história: o veículo simboliza a jornada e o desprendimento.
- Cenários variados – desde estradas da América do Sul até o norte dos Estados Unidos.
- Trilha emocional: a história pessoal de superação, risco, sonho e tragédia.
- Potencial impacto: para quem já conhecia Jesse & Shurastey, uma homenagem; para novos espectadores, um convite à reflexão sobre como vivemos e o que buscamos.
Por que essa história ressoa
- Em tempos em que muitas pessoas querem “fugir da rotina”, a história de Jesse e Shurastey mostra alguém que decidiu agir.
- A conexão entre um homem e seu cão transpõe o humano-animal e atinge uma dimensão emocional universal.
- O risco e a tragédia acrescentam uma camada de intensidade — lembram que escolhas têm consequências, mas que fazer algo que amamos pode valer o preço.
- O filme pode servir como inspiração para vivermos com mais propósito, coragem e presença.
Expectativas e perguntas
- Como o filme vai retratar o acidente e o final da história? Haverá adaptação ou foco mais na jornada?
- Qual será o tom: aventura leve, drama intenso ou misto dos dois?
- A fidelidade aos fatos: até que ponto o roteiro irá inserir ficção para efeito cinematográfico?
- As locações internacionais implicam um orçamento significativo: qual será a escala da produção?
- Como o público que acompanhou Jesse nas redes vai reagir ao longa? Será uma celebração ou um momento de saudade reforçada?








